Blog de divulgação das atividades da Biblioteca Escolar.
domingo, 28 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Eu CyberBullyingo-me!
CATEGORIA: 3º Ciclo
Autores Jéssica Silva, Pedro Rodrigues, Paulo Guimarães, Cátia Cunha, Helena Rocha
Professor responsável Pedro Ferreira
CERCIFAF - Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Fafe. Fonte RBE
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Já leste ....
- Já leste este livro?
- Não.
- E este?
- Também não.
- E já agora este?
- Não, também não.
- Puxa! és uma rapariga de sorte.
- De sorte!?... Porquê?
- Porque tens a sorte de os ir ler pela primeira vez.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Poema do coração
Eu queria
que o Amor estivesse realmente no coração,
e também a
Bondade,
e a
Sinceridade,
e tudo, e
tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração.
Então
poderia dizer-vos:
"Meus
amados irmãos,
falo-vos do
coração",
ou então:
"com o coração nas mãos".
Mas o meu
coração é como o dos compêndios.
Tem duas
válvulas (a tricúspida e a mitral)
e os seus
compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos).
O sangue ao
circular contrai-os e distende-os
segundo a obrigação das leis dos movimentos.
Por vezes
acontece
ver-se um
homem, sem querer, com os lábios apertados,
e uma lâmina
baça e agreste, que endurece
a luz dos
olhos em bisel cortados.
Parece então
que o coração estremece.
Mas não.
Sabe-se, e
muito bem, com fundamento prático,
que esse
vento que sopra e ateia os incêndios,
é coisa do
simpático.
Vem tudo nos compêndios
Então,
meninos!
Vamos à
lição!
Em quantas partes se divide o coração?
António Gedeão, Poesias Completas
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
O sonho
|
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Benefícios de ler
Abstrair-se do mundo e
ficar agarrado a uma boa narrativa já é, por princípio, uma vantagem sem igual.
Mas também há recompensas físicas para quem lê, redução de stress
incluída.
Quando foi a última vez que
leu um livro? Não falamos de revistas ou de artigos disponibilizados nos
habituais smartphones ou tablets, mas sim de
livros de capa dura e papel ou em formato digital, com um princípio, meio e
fim. A pergunta não vem por acaso, até porque a ciência já veio mostrar
que o hábito de leitura tem benefícios físicos e psicológicos que o podem
ajudar no seu dia-a-dia. Quer saber quais são?
REDUZ O STRESS E AJUDA A
DORMIR MELHOR
Se calhar não é só de um
banho quente ou de uns minutos de silêncio que precisa. Um estudo de 2009, conduzido pela Universidade de Sussex,
nos EUA, mostrou que ler era a forma mais eficaz de superar o stress — sim,
mais eficaz do que ouvir música, beber um chávena de chá ou dar um passeio. São
as estatísticas que o comprovam: segundo a pesquisa citada pelo Business Insider, apenas seis minutos de
leitura ajudam a reduzir o stress até 68%. A mesma publicação conta que os
livros podem, assim, ajudar a combater as insónias. Nada como experimentar, não
é?
MELHORA A MEMÓRIA
O ato de ler ao longo da
vida pode ser uma das receitas para manter o cérebro em forma na terceira
idade, diz o Huffington Post, que recorda um estudo publicado em
julho de 2013 no jornal Neurology. A pesquisa contou com a participação de 294
pessoas que faleceram, em média, aos 89 anos — aqueles que se envolveram em
atividades capazes de estimular a mente (como ler), mais cedo ou mais tarde na
vida, tinham um declínio de memória mais lento do que quem não tinha esses
hábitos.
Mais, existem pesquisas que
relacionam a leitura com uma probabilidade mais reduzida de vir a sofrer de Alzheimer.
Desta vez, falamos de uma investigação divulgada
na Proceedings of the National Academy of Sciences, em 2001, que defendeu
que os adultos com passatempos que puxavam pelo cérebro — como ler ou fazer
puzzles — tinham menos probabilidade de vir a ter a doença. No entanto, lembra
o Huffington Post, os investigadores apenas identificaram uma ligação e não uma
relação de causa-efeito.
“O cérebro é um órgão como
todos os outros presentes no corpo. Envelhece consoante o uso que fazemos
dele”, disse, então, o autor principal do estudo, Robert P.
Friedland. “Tal como a atividade física fortalece o coração, músculos e
ossos, a atividade intelectual fortalece o cérebro contra a doença.”
TORNA AS PESSOAS MAIS
EMPÁTICAS
Ficar preso ou agarrado a
uma história é bom sinal. Não só porque o livro é do seu agrado, mas também
porque a leitura do mesmo pode fazer de si uma pessoa mais empática. Uma pesquisa partilhada
pelo jornal PLOS ONE mostrou, através de duas experiências distintas, que a
empatia das pessoas era influenciada pela leitura de histórias ficionais (neste
caso com o cunho literário de Arthur Conan Doyle e José Saramago) ao fim de uma
semana. Mas tal só acontecia quando os leitores eram emocionalmente
transportados para a narrativa em questão; a falta de ligação emocional às
obras deixava as pessoas menos empáticas. A julgar pela investigação, tenha
cuidado com o que escolhe ler.
PODE AJUDAR A ALIVIAR A
DEPRESSÃO
Antidepressivos? Não,
livros de autoajuda. Pelo menos é isso o que sugere um estudo publicado no jornal PLOS ONE e citado pelo Guardian. A investigação em causa veio
mostrar que a leitura deste tipo de livros — combinada com sessões de apoio de
modo a saber como usá-los –, estava associada a níveis mais baixos de depressão
ao fim de um ano, isto por comparação com pacientes que receberam a
terapia habitual (antidepressivos e acompanhamento psicológico).
Posto isto, está à espera
de quê? Pegue num livro e perca-se na narrativa.
Ler faz bem
É senso comum dizer que ler faz bem, que
proporciona aos leitores inúmeros benefícios intangíveis. No entanto, é difícil
encontrarmos estudos que comprovem essas teses. Ou era difícil. Investigadores
da Universidade de Roma 3, em Itália, realizaram um trabalho com cerca de 1.100
pessoas para encontrar a resposta para duas questões: «Quem lê livros é mais
feliz do que quem não lê?» e «A leitura melhora o nosso bem-estar»? A
conclusão, apresentada no artigo «The Happiness of Reading», é bastante clara:
os leitores são mais felizes e encaram a vida de forma mais positiva que os não
leitores.
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