Caso você leia pelo menos um livro por semana — o que é muito —, você faz 48 leituras por ano. Considerando que você viva até os 90 anos, mas tenha começado a ler semanalmente aos 15, a estimativa é que consiga ler somente 3.500 livros antes de morrer. Três mil e quinhentos! É angustiante
Raphael Montes
Blog de divulgação das atividades da Biblioteca Escolar.
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terça-feira, 7 de março de 2017
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Curiosidades
1. No Reino Unido, a prescrição de
livros em vez de fármacos está a ser adotada como terapia para tratar a
depressão. Efectivamente, os livros ajudam os pacientes a ultrapassar os
problemas que os atormentam sem efeitos secundários.
2. A obra 50 Sombras de Grey foi
o livro mais lido de sempre em Inglaterra.
3. Os livros de Justin Bieber e
Jessica Alba foram best sellers nos Estados Unidos.
4. Em Portugal, mais de metade das
pessoas não leu um único livro no ano passado.
5. A palavra livro provém do latim
"liber" , que significava a camada fina entre a casca e o miolo da
árvore. A palavra inglesa "book" tem um significado semelhante:
deriva de "bog" ou salgueiro, de que eram feitos os livros.
6. O livro mais caro foi o original
dos "Contos de Canterbury" vendido em Londres, em 1998, por quase 8
milhões de euros.
7.
O livro mais
caro foi o original dos "Contos de Canterbury" vendido em Londres, em
1998, por quase 8 milhões de euros.
8. O livro infantil mais caro foi o
exemplar de Alice no País das Maravilhas que pertencia ao
próprio Lewis Carrol. Custou quase 2 milhões de euros.
9. A autora que mais vende é Agatha
Christie. Nada como ler um bom assassinato.
10. Em 1931, Alice no País
das Maravilhas foi proibido na China, já que animais que falavam eram
um insulto aos humanos.
11. Nos EUA, a biografia de Millie,
a cadela de George Bush pai, faturou 900 mil dólares, enquanto a biografia do
próprio ex-presidente rendeu apenas 2700.
12. Leo Tolstoi escreveu Guerra
e Paz (quase 1300 páginas impressas, muitas em manuscrito) em 1863. A
sua esposa teve de passá-lo a limpo sete vezes!
13. Conan Doyle, autor de Sherlock
Holmes era oftalmologista e teve de começar a escrever porque os
oftalmologistas tinham um vencimento baixo no século XIX.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Livraria Lello
«A
revista Travel + Leisure colocou a Lello, no Porto, no topo da lista das 15
livrarias mundiais mais estilosas (cool, em inglês), referindo que o
átrio coloca o enfoque na escadaria encarnada, "espetacular o suficiente
para te fazer parar".» Ler no Diário
Digital e na Rádio
Renascença.
«“É
uma das livrarias distintivas que – contra as probabilidades da indústria –
continuam a florir pelo mundo. Para viajantes, estas lojas para além de
seleções de livros bem feitas compilam uma abundância de beleza, caráter e
história local dentro das suas paredes”, pode ler-se no texto da edição deste
mês da revista do grupo Time Inc.» Ler no iOnline e
no Jornal de
Notícias.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Direitos de autor
«O conto infantil do escritor francês foi o trabalho que mais tornou
conhecido mas há outros títulos que justificam uma releitura da sua obra.
É
isso que vai ser possível com a entrada no domínio público dos direitos de
autor sobre quase toda a sua obra. De fora fica apenas a tutela sobre as
ilustrações de O
Principezinho, o que permite conhecer novas apostas na ilustração deste
conto, como é o caso da edição em preparação pela Relógio D'Água, com desenhos
de Susana Oliveira. Entre as edições deste conto que os leitores vão ter à sua
disposição estão confirmadas as das editoras Vogais e Porto Editora, bem como
se mantém as edições oficiais da Presença que se preocupa com O Principezinho desde 2001.» Ler no Diário de
Notícias.
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