Nem todos os lobos são maus...
Blog de divulgação das atividades da Biblioteca Escolar.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Sugestões de leitura
Pedro Alecrim
de António Mota
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 150
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895573912
Coleção: Livros de António Mota
Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português
do 5º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau
de Dificuldade II.
Pedro Alecrim reparte os seus dias entre a
escola, as brincadeiras com os amigos e o trabalho no campo para ajudar a
família. Pedro gosta de andar na escola, embora se interrogue sobre a utilidade
de algumas matérias e nem sempre aprecie o feitio de alguns professores. Os
dias vão passando, com sonhos, alegrias e tristezas. A morte do pai alterará
tudo. Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e jovens.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Paulo Coelho - Nas margens do Rio Piedra
Eu sentei e chorei
Conta a lenda que tudo o que cai nas águas deste rio... se transforma nas pedras do seu leito. Ah, quem me dera que eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atirá-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.
Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei. O frio do Inverno fez com que eu sentisse as lágrimas na face, e elas misturaram-se com as águas geladas que corriam diante de mim... todas estas águas se confundem com o mar.
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe..., e então eu esquecerei o Rio Piedra, o mosteiro... os caminhos que percorremos juntos.
Eu esquecerei as estradas, as montanhas e os campos dos meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.
Nas margens do Rio Piedra escrevi esta história. As mãos ficavam geladas, as pernas entorpecidas pela posição e eu precisava parar a todo o instante.
- Procure viver. Lembrar é para os mais velhos - dizia ele.
Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevia, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças. Para que, quando acabasse de contar a mim mesma esta história, a pudesse lançar no Piedra - assim me tinha dito a mulher que me acolheu. Para que então - as águas pudessem apagar o que o fogo escreveu.
Todas as histórias de amor são iguais.
Paulo Coelho "Nas margens do Rio Piedra"
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Escritor da Semana - Mia Couto
António Emílio Leite Couto é o nome completo do conhecido autor moçambicano, Mia Couto. O nome Mia, foi lhe dado pelo seu irmão, que quando era pequeno não conseguia dizer Emílio. O nome fica-lhe bem, uma vez que tem uma grande paixão por gatos.
Nasceu a 5 de Julho de 1955 na Beira. Tem ascendência portuguesa, visto que o pai é natural de Rio Tinto. Começou a escrever para o jornal “Notícias da Beira” com apenas 14 anos. Começou a tirar o curso de medicina em 1972. Em '74 começou a enveredar pelo jornalismo. Tornou-se repórter e director da Agência de Informação de Moçambique, da revista semanal “Tempo” e do jornal “Notícias de Maputo”.
Participou activamente na guerra, como membro da Frelimo, o que o obrigou a viver clandestinamente durante alguns anos.
Em '85 voltou à Universidade de Eduardo Mondlane, em Lourenço Marques onde se formou em Biologia. Em 1992 foi o responsável pela preservação da reserva natural da Ilha de Inhaca. Dedica-se, actualmente, a pesquisas deste âmbito, para além disso é professor e dirige uma empresa de estudos sobre o impacto ambiental.
Escreveu vários romances, poemas e artigos de jornalismo.
Nasceu a 5 de Julho de 1955 na Beira. Tem ascendência portuguesa, visto que o pai é natural de Rio Tinto. Começou a escrever para o jornal “Notícias da Beira” com apenas 14 anos. Começou a tirar o curso de medicina em 1972. Em '74 começou a enveredar pelo jornalismo. Tornou-se repórter e director da Agência de Informação de Moçambique, da revista semanal “Tempo” e do jornal “Notícias de Maputo”.
Participou activamente na guerra, como membro da Frelimo, o que o obrigou a viver clandestinamente durante alguns anos.
Em '85 voltou à Universidade de Eduardo Mondlane, em Lourenço Marques onde se formou em Biologia. Em 1992 foi o responsável pela preservação da reserva natural da Ilha de Inhaca. Dedica-se, actualmente, a pesquisas deste âmbito, para além disso é professor e dirige uma empresa de estudos sobre o impacto ambiental.
Escreveu vários romances, poemas e artigos de jornalismo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Leitura semanal
"Sinto muito" é sobre o sofrimento em geral, sobre a dor, seguida de perda, seguida de dor. Entristece o coração, mas recompensa-o grandemente, tornando-o mais leve e melhor. Nuno Lobo Antunes pretende, com bom propósito e bons resultados, deixar que o seu coração se pronuncie, que se liberte a sua voz, que seja conhecida a sua humanidade. E, na verdade, a alma fala.
Há no médico o desejo de ser santo, de ser maior. Mas na sua memória transporta, como um fardo, olhares, sons, cheiros e tudo o que o lembra de ser menor e imperfeito.
Este é um livro de confissões. Uma peregrinação interior em que a bailarina torce o pé, o saltador derruba a barra, o arquitecto se senta debaixo da abóbada, e no fim, ela desaba.
O médico e o seu doente são um só, face dupla da mesma moeda. O médico provoca o Criador, não lhe vai na finta, evita o engodo. Mas no cais despede-se, e pede perdão por não ter sido parceiro para tal desafio.»
Este é um livro de confissões. Uma peregrinação interior em que a bailarina torce o pé, o saltador derruba a barra, o arquitecto se senta debaixo da abóbada, e no fim, ela desaba.
O médico e o seu doente são um só, face dupla da mesma moeda. O médico provoca o Criador, não lhe vai na finta, evita o engodo. Mas no cais despede-se, e pede perdão por não ter sido parceiro para tal desafio.»
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Leitura Semanal
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Ano Novo
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