Blog de divulgação das atividades da Biblioteca Escolar.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Biblioteca no centros das escolas
"As novas escolas querem mudar o ensino em Portugal" é o título de uma peça jornalística, assinada por Alexandra Prado Coelho, publicada hoje (06.06.10) no jornal Público. Dela fazemos algumas transcrições que nos parecem muito relevantes:
"O ensino está a mudar, diz Teresa Heitor, vogal do CA da Parque Escolar. "Hoje, não se centra apenas no ministrar de conhecimento e competências básicas de professor para aluno. [...] Há princípios que a escola tenta divulgar que têm a ver com um melhor acesso à informação, numa capacidade para gerir essa informação."
[...] a Parque Escolar propõe uma escola com espaços mais informais, locais para pequenas exposições de trabalhos, e acima de tudo, uma biblioteca, que passa a assumir um lugar central, com jornais, revistas, computadores, internet. [...] A biblioteca deve ser um "espaço aberto à comunidade": juntas de freguesia ou outras entidades poderão usá-las para iniciativas abertas ao exterior.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Frase do Dia
"A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre."
Aristófanes, dramaturgo grego
Aristófanes, dramaturgo grego
terça-feira, 25 de maio de 2010
Prefiro rosas
Prefiro rosas, meu amor, à pátria,
E antes magnólias amo
Que a glória e a virtude.
Logo que a vida me não canse, deixo
Que a vida por mim passe
Logo que eu fique o mesmo.
Que importa àquele a quem já nada importa
Que um perca e outro vença,
Se a aurora raia sempre,
Se cada ano com a primavera
As folhas aparecem
E com o outono cessam?
E antes magnólias amo
Que a glória e a virtude.
Logo que a vida me não canse, deixo
Que a vida por mim passe
Logo que eu fique o mesmo.
Que importa àquele a quem já nada importa
Que um perca e outro vença,
Se a aurora raia sempre,
Se cada ano com a primavera
As folhas aparecem
E com o outono cessam?
E o resto, as outras coisas que os humanos
Acrescentam à vida,
Que me aumentam na alma?
Nada, salvo o desejo de indiferença
E a confiança mole
Na hora fugitiva.
Ricardo Reis
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