segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Não posso...

 

Não Posso Adiar o Amor

Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio

Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação

Não posso adiar o coração

António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A biblioteca de Birmingham






 
 
A biblioteca de Birmingham (in Reino Unido) abriu a 3 de Setembro deste ano. Tem sido descrita como a maior biblioteca pública do Reino Unido e o maior espaço cultural da Europa.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Procuram-se escritores...


A Associação Cultural La Atrevida, em colaboração com as BLX, PNL e RBE, desafia autores lusófonos, com idades entre os 8 e 14 anos, a escreverem contos, poemas ou canções.

Os melhores textos serão publicados numa antologia e apresentados publicamente em Portugal e em outros países.
Público-alvo: autores lusófonos dos 8 aos 14 anos
Entrega de textos a concurso: 30 novembro

Envio de textos para
librerialaatrevida@gmail.com
ou, por correio:
LibreriaLaAtrevida
Rua Damasceno Monteiro, 21D - 2º dto
1170-109 Lisboa

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Passagem de modelos


  Passagem de modelos desenhados e confecionados pela aluna Liliana Fernandes, no âmbito da parceria entre o Ensino Especial e a Biblioteca Escolar.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

As bibliotecas são ....

Bas Sebus
 
"As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa biblioteca como quem está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros."
(Valter Hugo Mae, in Jornal de Letras)

quinta-feira, 6 de junho de 2013

As fadas


As Fadas
As fadas… eu creio nelas!
Umas são moças e belas,
Outras, velhas de pasmar…
Umas vivem nos rochedos,
Outras, pelos arvoredos,
Outras, à beira do mar…
Algumas em fonte fria
Escondem-se, enquanto é dia,
Saem só ao escurecer…
Outras, debaixo da terra,
Nas grutas verdes da serra,
É que se vão esconder…
O vestir… são tais riquezas,
Que rainhas, nem princesas
Nenhuma assim se vestiu!
Porque as riquezas das fadas
São sabidas, celebradas
Por toda a gente que as viu…
Quando a noite é clara e amena
E a lua vai mais serena,
Qualquer as pode espreitar,
Fazendo rodas, ocupadas
Em dobar suas meadas
De ouro e de prata, ao luar....
                                                Antero de Quental

Oficina de ferramentas digitais